Fala pessoal,
Desde o impeachment da presidenta, aquela da saudação da mandioca, nunca imaginei que iria escrever esse título, e, pior ainda, acreditar nisso.
Mas após os acontecimentos das últimas semanas, comecei a acreditar que este é o cenário mais provável, pela simples razão: a mentalidade esquerdista ainda domina a maioria de nossa população e dos eleitores.
Me parece que a maioria ainda é seduzida pelo discurso da esquerda, principalmente no que se refere ao Estado cuidar de praticamente tudo em sua vida.
Não vou ficar argumentando muito a respeito, pois acho que isso é auto-explicativo, percebe-se no comportamento das pessoas no dia-a-dia. Desde o mais pobre, que espera o Bolsa Família, até a classe média, que espera ansiosamente por uma enxurrada de concursos públicos, e terminando com o empresário, que quer ter sua empresa beneficiada pelo governo de alguma forma. Todos nós conhecemos muita gente que pensa assim.
No fim, em todas as camadas da sociedade, tem muita gente que espera que o governo resolva os seus problemas. São os fãs do Welfare State, o estado-babá, o paizão, onde tudo é gratuito. Até limpar o nome do SPC, tem candidato de esquerda prometendo.
Quero deixar claro aqui, que não sou contra dar Bolsa Família a quem passa fome ou está abaixo da linha da pobreza. O que quero dizer é que tem que ir além, provendo meios para as pessoas saírem da situação de miséria.
Algo impossível, quando o mesmo governo que promete essas benesses quebrou a economia e gerou 13 milhões de desempregados. E gasta praticamente todo o dinheiro que tem para manter a máquina funcionando, ou seja, bancar funcionários públicos.
A tentativa de assassinato do candidato Jair Bolsonaro vem corroborar com toda essa tese, ao vermos a reação desumana de milhares de pessoas fazendo piadas do tipo "deveriam ter terminado o serviço" ou "Bolsonaro foi esfaqueado....a faca vai bem obrigado".
Acredito que cada um pode ter sua própria opinião, e acreditar nas mais estúpidas ideologias. Mas que se vença, ou chegue a um acordo, no debate. Quando se chega ao ponto de tentar matar alguém por divergência de idéias, significa que vimemos em um país doente.
Quando, campanha após campanha, os políticos só gastam seu tempo atacando uns aos outros, tentando denegrir a imagem ou desconstruir o outro, ao invés de debater propostas, significa que estamos parados no tempo, não evoluímos como civilização.
E é isso que a esquerda quer, e planta, com sua revolução cultural todos os dias. Idiotizar e bestializar as pessoas e as relações humanas, de forma que possam dominar o povo e perpetuar-se no poder.
Mas aqui estamos em uma blogosfera de Finanças. E qual o impacto de tudo isso que falei acima sobre nosso patrimônio ou os investimentos?
Em minha modesta opinião, temos um futuro sombrio nos próximos meses.
Não acredito que a candidatura Bolsonaro irá subir mais do que o nível atual. E com o capitão sem poder fazer campanha, convalescendo em uma cama de hospital, a esquerda terá caminho livre para faturar o segundo turno.
Lembrando que até alguns dias atrás a recuperação dele estava indo bem, e o prognóstico era de que ele poderia fazer campanha para o 2o turno. Pelo menos gravar programas. Mas ele teve que ser submetido a uma nova cirurgia de emergência, e tudo indica que ainda estará se recuperando até o 2o turno.
Como consequência, em minha opinião, Haddad ou Ciro levarão a fatura. Sim, PT de novo!!! Quando todos achavam que eles estariam mortos a essa altura, está aí a surpresa. A maioria do povo os quer de volta!! O que seria inimaginável ou inacreditável para as classes mais estudadas deve acontecer. E por que? Porque ainda somos um país pobre, com a maioria de pessoas simples, carentes, facilmente seduzidas pelo discurso petista e seus similares.
Então meus amigos, quais serão os prováveis desdobramentos de tudo isso, em minha opinião:
1. Ciro e Haddad devem disputar quem vai ao 2o turno contra Bolsonaro - mas antes disso, se um deles disparar na frente, e as pesquisas indicarem que bate Bolsonaro, o dólar já subirá MUITO (para a casa de 5, 6 reais, ou até mais). Bolsa deverá recuar bastante, meu palpite é voltar para a casa dos 58.000 ~ 60.000 pontos;
2. Confirmando-se a vitória de um esquerdista, acho que a Bolsa cai em torno de 40% em relação ao nível atual (foi isso que caiu quando Lula foi eleito pela primeira vez em 2002), mas o dólar já deverá estar bem próximo das máximas.
Então, o que eu pretendo fazer (lembrando que não tenho competência alguma para recomendar investimentos): comprar dólar e manter em carteira somente ações dolarizadas (de empresas com maior parte da receita proveniente de exportações - ex: Suzano, Klabin, Braskem), e ações de setores mais resilientes como bancos e Utilities (Elétricas, Gás, Água).
A partir daí, com o Brasil indo ladeira abaixo novamente, juros deverão subir, e voltaremos à era do Tesouro Direto pagando juros bem gordos.
No final, não acho que nenhum dos dois candidatos esquerdistas irá quebrar o Brasil, ou fazer virar uma Venezuela. Mas vamos sangrar um tempo, até a oposição e o povo pressioná-los a ponto de não deixá-los fazer tanta besteira, senão poderemos ter outro impeachment.
É isso pessoal. Gostaria de trazer algo mais otimista. Mas, para ganhar dinheiro, temos que trabalhar sempre com os cenários mais prováveis. E acho que esse é o que realmente pode acontecer, a não ser que o Bolsonaro se recupere a tempo de fazer campanha para o 2o turno. Caso contrário ele estará em muita desvantagem em relação a seus oponentes.
Essa é a fotografia atual. Caso fatos mais positivos apareçam, podemos ter um cenário mais otimista.
Mas esse é o que tem pra hoje...
Abraços
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
sábado, 8 de setembro de 2018
Até quando será possível viver no país do crime? Tentativa de assassinato a Bolsonaro e impacto nos mercados
Fala pessoal,
Assim como todos os brasileiros do bem, estou totalmente consternado e preocupado com o que pode ocorrer nesse projeto de país, após a tentativa de assassinato do Bolsonaro.
Estou torcendo para que ele saia dessa, recupere-se rapidamente, e que tudo possa ser decidido normalmente nas urnas, como deveria ser em qualquer país civilizado.
Mas não vivemos mais em um país civilizado. Vivemos em um lugar que se encaminha para que tudo seja resolvido na bala, ou na facada. É "tiro, porrada e bomba" mesmo.
Acredito que a chance de se morrer no Brasil hoje, em decorrência da violência, já é maior do que se morar em um país em guerra, como a Síria.
Para vocês terem uma idéia, já fazem cinco anos que decidi não colocar mais os pés na cidade do Rio de Janeiro, em função de um episodio de violência que aconteceu comigo na linha vermelha. E não pretendo mudar minha opinião.
Em outro post, já comentei sobre minha experiência de se morar no exterior, e citei algumas desvantagens que o pessoal que quer sair do Brasil geralmente não vê, como xenofobia e menos chance de ser promovido no trabalho em comparação a um gringo.
Mas quando se fala de risco de ser morto nas ruas a qualquer momento, é claro que viver em um país do primeiro mundo passa a ser uma opção muito mais inteligente.
Ainda quero permanecer no Brasil, pois acredito que, se entrar um governo com viés mais liberal, pro-mercado, ao contrário desse lixo socialista que afundou o país nos últimos anos, haverá uma grande onda de crescimento, sendo possível ganhar bastante dinheiro e até atingir a Independência Financeira.
Mas estarei monitorando o que vai acontecer, nos próximos meses. E se o angu desandar de vez, ir trabalhar novamente no exterior passará a ser uma de minhas opções mais firmes.
Agora, falando um pouco dos impactos da tentativa de assassinato do líder da disputa presidencial. Acredito que o Bolsonaro deva ter um impulso inicial e ganhar ainda mais eleitores, que se sentiram agredidos com a cena do criminoso atingindo um pai de família com uma faca.
Com relação ao seus oponentes, acho que passarão entre uma ou duas semanas mais "na deles", sem atacar frontalmente o Bolsonaro como estavam fazendo. Mas se este subir muito nas pesquisa, os caras não vão querer nem saber se houve atentado ou não. Partirão para o tudo ou nada novamente, sem escrúpulos, principalmente o partido do presidiário e aquele psicopata invasor de propriedade particular, o "cara de bolo".
Então, tentando prever o que pode ocorrer no mercado no curto prazo, eu apostaria no seguinte cenário:
1. Início da próxima semana: alta probabilidade de Bolsa em alta, nos primeiros dias da semana, com o mercado vendo as candidaturas de esquerda perdendo força (ocorreu na última Sexta, depois do ataque).
2. Após o período acima, uma queda da Bolsa, a partir de algum fato novo gerado pela esquerda. Para entender esse argumento, devemos lembrar que estamos em uma guerra entra as narrativas da esquerda e da direita/liberais/conservadores. Enquanto Bolsonaro se recupera na UTI, os esquerdistas estão nesse momento reunidos bolando alguma estratégia para enfraquecer seus oponentes.
Com relação a este último cenário, eu apostaria até em uma última armação desesperada do STF para tornar o presidiário candidato. Lembrando que todo o sistema (partidos, mídia, institutos de pesquisa) ainda o considera como possível candidato, mesmo tendo sido condenado por unanimidade em segunda instância.
Trabalho com os cenários acima, principalmente para lucrar operando opções.
Na semana passada, já terminei com uma boa posição comprada em opções de Petrobrás. Havia comprado no início da semana, estava com prejuízo de -25%, mas com a forte alta de Sexta na B3, já estou no "zero a zero".
Então, acredito fortemente que vou tirar um bom lucro nessas opções de Petro.
E depois, analisando o cenário político, devo me posicionar em algumas PUTS (opções de venda), apostando em uma oscilação do pêndulo no curto prazo, ou seja, a Bolsa cair um pouco em função de algum fato, ou factoide, gerado pela esquerda.
Lembrando que essa semana será a última semana cheia antes do vencimento da série atual de opções. Então terei que se rápido para embolsar esse possível lucro com minhas CALLS (opções de compra) de PETRO, e devo comprar PUTS da série seguinte. Para abrir operação com opções na última semana antes do vencimento, tem que ser "ninja", pois o fator tempo joga contra hora após hora.
É isso, amigos. Como falei antes, o quanto mais você entender do cenário político e seus impactos na economia, pode ganhar dinheiro com a volatilidade em período de eleições.
Abraços.
Assim como todos os brasileiros do bem, estou totalmente consternado e preocupado com o que pode ocorrer nesse projeto de país, após a tentativa de assassinato do Bolsonaro.
Estou torcendo para que ele saia dessa, recupere-se rapidamente, e que tudo possa ser decidido normalmente nas urnas, como deveria ser em qualquer país civilizado.
Mas não vivemos mais em um país civilizado. Vivemos em um lugar que se encaminha para que tudo seja resolvido na bala, ou na facada. É "tiro, porrada e bomba" mesmo.
Acredito que a chance de se morrer no Brasil hoje, em decorrência da violência, já é maior do que se morar em um país em guerra, como a Síria.
Para vocês terem uma idéia, já fazem cinco anos que decidi não colocar mais os pés na cidade do Rio de Janeiro, em função de um episodio de violência que aconteceu comigo na linha vermelha. E não pretendo mudar minha opinião.
Em outro post, já comentei sobre minha experiência de se morar no exterior, e citei algumas desvantagens que o pessoal que quer sair do Brasil geralmente não vê, como xenofobia e menos chance de ser promovido no trabalho em comparação a um gringo.
Mas quando se fala de risco de ser morto nas ruas a qualquer momento, é claro que viver em um país do primeiro mundo passa a ser uma opção muito mais inteligente.
Ainda quero permanecer no Brasil, pois acredito que, se entrar um governo com viés mais liberal, pro-mercado, ao contrário desse lixo socialista que afundou o país nos últimos anos, haverá uma grande onda de crescimento, sendo possível ganhar bastante dinheiro e até atingir a Independência Financeira.
Mas estarei monitorando o que vai acontecer, nos próximos meses. E se o angu desandar de vez, ir trabalhar novamente no exterior passará a ser uma de minhas opções mais firmes.
Agora, falando um pouco dos impactos da tentativa de assassinato do líder da disputa presidencial. Acredito que o Bolsonaro deva ter um impulso inicial e ganhar ainda mais eleitores, que se sentiram agredidos com a cena do criminoso atingindo um pai de família com uma faca.
Com relação ao seus oponentes, acho que passarão entre uma ou duas semanas mais "na deles", sem atacar frontalmente o Bolsonaro como estavam fazendo. Mas se este subir muito nas pesquisa, os caras não vão querer nem saber se houve atentado ou não. Partirão para o tudo ou nada novamente, sem escrúpulos, principalmente o partido do presidiário e aquele psicopata invasor de propriedade particular, o "cara de bolo".
Então, tentando prever o que pode ocorrer no mercado no curto prazo, eu apostaria no seguinte cenário:
1. Início da próxima semana: alta probabilidade de Bolsa em alta, nos primeiros dias da semana, com o mercado vendo as candidaturas de esquerda perdendo força (ocorreu na última Sexta, depois do ataque).
2. Após o período acima, uma queda da Bolsa, a partir de algum fato novo gerado pela esquerda. Para entender esse argumento, devemos lembrar que estamos em uma guerra entra as narrativas da esquerda e da direita/liberais/conservadores. Enquanto Bolsonaro se recupera na UTI, os esquerdistas estão nesse momento reunidos bolando alguma estratégia para enfraquecer seus oponentes.
Com relação a este último cenário, eu apostaria até em uma última armação desesperada do STF para tornar o presidiário candidato. Lembrando que todo o sistema (partidos, mídia, institutos de pesquisa) ainda o considera como possível candidato, mesmo tendo sido condenado por unanimidade em segunda instância.
Trabalho com os cenários acima, principalmente para lucrar operando opções.
Na semana passada, já terminei com uma boa posição comprada em opções de Petrobrás. Havia comprado no início da semana, estava com prejuízo de -25%, mas com a forte alta de Sexta na B3, já estou no "zero a zero".
Então, acredito fortemente que vou tirar um bom lucro nessas opções de Petro.
E depois, analisando o cenário político, devo me posicionar em algumas PUTS (opções de venda), apostando em uma oscilação do pêndulo no curto prazo, ou seja, a Bolsa cair um pouco em função de algum fato, ou factoide, gerado pela esquerda.
Lembrando que essa semana será a última semana cheia antes do vencimento da série atual de opções. Então terei que se rápido para embolsar esse possível lucro com minhas CALLS (opções de compra) de PETRO, e devo comprar PUTS da série seguinte. Para abrir operação com opções na última semana antes do vencimento, tem que ser "ninja", pois o fator tempo joga contra hora após hora.
É isso, amigos. Como falei antes, o quanto mais você entender do cenário político e seus impactos na economia, pode ganhar dinheiro com a volatilidade em período de eleições.
Abraços.
sábado, 1 de setembro de 2018
Emprego privado x funcionário público: você tem duvidas de qual é melhor?
Fala pessoal,
Como comentei em meu último post, pode ser que logo eu deixe meu emprego atual, que por sinal é na iniciativa privada.
Já falei anteriormente, que trabalhar na iniciativa privada pode te gerar um ganho muito bom, desde que você siga a carreira executiva, onde estão os melhores salários e a parte que realmente fará diferença em sua renda: os bônus ou participações sobre lucros que podem chegar a vários salários extra em um ano.
Se você seguir uma carreira técnica, ou de especialista, tem empresas que até possibilitam um ganho considerável no salário, mas dificilmente terá bônus similares aos de um executivo.
Porém, na vida executiva paga-se um preço muito caro em termos de qualidade de vida. O fato de ter que fazer gestão de pessoas, exige ter que resolver pepinos de toda a natureza na vida de seus funcionários, fora e dentro da empresa, tendo que lidar com todo o tipo de gente, desde pessoas normais e educadas, até pessoas de má índole e psicopatas.
Fora isso, você será responsável pelo resultado de todas as pessoas que estão abaixo de você, e se não atingir as metas não adianta culpar quem está embaixo, que fez corpo mole ou te deixou na mão. O teu superior vai te cobrar pelo resultado e ponto. Então o bom resultado vai depender de sua capacidade de extrair resultado das pessoas, seja por quais métodos for.
Não é fácil, mas com o tempo você eventualmente desenvolve habilidades de liderança e consegue tocar o barco.
Agora, comparando ao funcionalismo público, suspeito que as vantagens da iniciativa privada começam a se perder, considerando-se os altos salários de algumas carreiras, e especialmente o balanço entre horas trabalhadas e vida pessoal.
Essa semana, algo que me chamou a atenção, foi um editorial no jornal Estadão (de 31/8/18), onde fala-se do aumento que o Temer aceitou em conceder aos juízes ministros do STF, que ditam o teto de todo o funcionalismo público federal no Executivo.
Essa galera simplesmente passará a receber o teto de módicos R$39.293,32. O teto atual é de R$33.763,00. Claro que eles estão fazendo uma ceninha, falando que para isso ocorrer os juízes não poderão mais receber auxílio-moradia, e que ficariam meio no "zero-a-zero".
Mas o fato é que esse novo teto de salário vai aumentar o salário dos servidores do executivo no geral, em efeito cascata, muito acima de qualquer aumento ou reajuste recente na iniciativa privada.
Lembrando que hoje no Brasil temos 27,6 milhões de pessoas desocupadas, segundo a pesquisa PNAD, do IBGE. Mas, mesmo assim, o governo sempre joga para o lado do funcionalismo público, concedendo generosos aumentos que impactarão investimentos em serviços que beneficiariam justamente a maioria da população que não tem emprego. Mesmo que isso custe prejudicar ainda mais a retomada da economia.
Então, galera, acho que não preciso me estender mais sobre onde queria chegar.
Se deixarmos a ética e a moral de lado, e olharmos friamente para os números, ter uma carreira bem paga no funcionalismo publico é, sem dúvida, muito melhor do que a iniciativa privada no Brasil.
Com o gordo salário, e outros penduricalhos que sabemos que existem (gratificações, auxílios, etc.), o montante total normalmente será superior ao de um gerente na iniciativa privada por exemplo. Para os que ganham mais próximos do teto, será maior até que os ganhos de um diretor de muita empresa grande.
Não vou aqui discutir se é certo ou errado, nem vou entrar em discussão política nesse post. Mas minha conclusão é que nada se compara ao custo-benefício de se fazer parte da elite do funcionalismo público no Brasil. Talvez o único contra seja o custo de oportunidade, de ter que ficar anos estudando em um concurso concorridíssimo. Mas no longo prazo acho que se recupera o dinheiro que se deixou de ganhar no período de estudos.
E vocês, o que acham?
P.S. em outro posto, pretendo abordar outra opção: o empreendedorismo.
Abraços
Como comentei em meu último post, pode ser que logo eu deixe meu emprego atual, que por sinal é na iniciativa privada.
Já falei anteriormente, que trabalhar na iniciativa privada pode te gerar um ganho muito bom, desde que você siga a carreira executiva, onde estão os melhores salários e a parte que realmente fará diferença em sua renda: os bônus ou participações sobre lucros que podem chegar a vários salários extra em um ano.
Se você seguir uma carreira técnica, ou de especialista, tem empresas que até possibilitam um ganho considerável no salário, mas dificilmente terá bônus similares aos de um executivo.
Porém, na vida executiva paga-se um preço muito caro em termos de qualidade de vida. O fato de ter que fazer gestão de pessoas, exige ter que resolver pepinos de toda a natureza na vida de seus funcionários, fora e dentro da empresa, tendo que lidar com todo o tipo de gente, desde pessoas normais e educadas, até pessoas de má índole e psicopatas.
Fora isso, você será responsável pelo resultado de todas as pessoas que estão abaixo de você, e se não atingir as metas não adianta culpar quem está embaixo, que fez corpo mole ou te deixou na mão. O teu superior vai te cobrar pelo resultado e ponto. Então o bom resultado vai depender de sua capacidade de extrair resultado das pessoas, seja por quais métodos for.
Não é fácil, mas com o tempo você eventualmente desenvolve habilidades de liderança e consegue tocar o barco.
Agora, comparando ao funcionalismo público, suspeito que as vantagens da iniciativa privada começam a se perder, considerando-se os altos salários de algumas carreiras, e especialmente o balanço entre horas trabalhadas e vida pessoal.
Essa semana, algo que me chamou a atenção, foi um editorial no jornal Estadão (de 31/8/18), onde fala-se do aumento que o Temer aceitou em conceder aos juízes ministros do STF, que ditam o teto de todo o funcionalismo público federal no Executivo.
Essa galera simplesmente passará a receber o teto de módicos R$39.293,32. O teto atual é de R$33.763,00. Claro que eles estão fazendo uma ceninha, falando que para isso ocorrer os juízes não poderão mais receber auxílio-moradia, e que ficariam meio no "zero-a-zero".
Mas o fato é que esse novo teto de salário vai aumentar o salário dos servidores do executivo no geral, em efeito cascata, muito acima de qualquer aumento ou reajuste recente na iniciativa privada.
Lembrando que hoje no Brasil temos 27,6 milhões de pessoas desocupadas, segundo a pesquisa PNAD, do IBGE. Mas, mesmo assim, o governo sempre joga para o lado do funcionalismo público, concedendo generosos aumentos que impactarão investimentos em serviços que beneficiariam justamente a maioria da população que não tem emprego. Mesmo que isso custe prejudicar ainda mais a retomada da economia.
Então, galera, acho que não preciso me estender mais sobre onde queria chegar.
Se deixarmos a ética e a moral de lado, e olharmos friamente para os números, ter uma carreira bem paga no funcionalismo publico é, sem dúvida, muito melhor do que a iniciativa privada no Brasil.
Com o gordo salário, e outros penduricalhos que sabemos que existem (gratificações, auxílios, etc.), o montante total normalmente será superior ao de um gerente na iniciativa privada por exemplo. Para os que ganham mais próximos do teto, será maior até que os ganhos de um diretor de muita empresa grande.
Não vou aqui discutir se é certo ou errado, nem vou entrar em discussão política nesse post. Mas minha conclusão é que nada se compara ao custo-benefício de se fazer parte da elite do funcionalismo público no Brasil. Talvez o único contra seja o custo de oportunidade, de ter que ficar anos estudando em um concurso concorridíssimo. Mas no longo prazo acho que se recupera o dinheiro que se deixou de ganhar no período de estudos.
E vocês, o que acham?
P.S. em outro posto, pretendo abordar outra opção: o empreendedorismo.
Abraços
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Medo de perder o emprego: quando as pessoas vendem a alma para o diabo
Fala pessoal, tudo bem?
Ultimamente tenho passado por algumas situações no trabalho, onde tenho tido a oportunidade de observar como muitas pessoas agem, de forma não muito ética, em situações extremas.
O fato é que onde trabalho hoje, assim como em muitas outras empresas no Brasil, as perspectivas de futuro são bem ruins agora. E vem se deteriorando de forma muito rápida nos últimos meses.
Como o país está nessa eterna indecisão, esperando as eleições com alguma esperança da economia melhorar um pouco, os empresários não investem na economia. Consequentemente, não são gerados empregos, a renda média da população não aumenta, e tudo fica na mesma. Então, no caso de empresas que estão fechando no vermelho há muito tempo, a chance de quebrar é muito grande, caso não haja uma redução drástica de custos.
Isso é o que acontece hoje onde trabalho, e em muitas outras empresas de meu setor.
Mas o que quero falar hoje não é sobre economia, e sim sobre o comportamento das pessoas. Especialmente sobre como as pessoas, quando deparam-se contra uma situação de emprego ameaçado, fazem de tudo para manter sua vaga, pelo menos o maior tempo possível. E fazem tudo o que for preciso (tudo mesmo, talvez até matar) para garantir sua fonte de renda por mais tempo.
Onde trabalho hoje, todos sabem que haverá em breve uma onda de demissões. Só a diretoria finge que ninguém sabe (mas era para ser sigilo absoluto). Vocês sabem, melhor que eu, que brasileiro é um bicho fofoqueiro, então mesmo aqueles com cargos mais altos não conseguem manter sigilo quando lhes é pedido. E algumas pessoas vazam esse tipo de informação para as pessoas "certas", que irão se encarregar de espalhar em todos os corredores e máquinas de café.
Então, o que tem acontecido é que já se sabe que uma série de pessoas será mandada embora, só não se sabe exatamente quando.
No meu caso, tudo indica que serei uma delas. Desde que a informação vazou, meu chefe começou a agir de maneira bem estranha, começou a se envolver em todos os meus assuntos no nível de detalhes. E começou a pedir informações direto a meus subordinados. E isso tem acontecido com alguns pares meus também.
Mas, depois de passar por algumas semanas terríveis, em termos de preocupação, daquele medo cego de não saber o que fazer depois, agora não estou achando ruim sair da empresa. Pois já estou de saco cheio de um ambiente podre, que se deteriorou demais, então prefiro sair agora do que ficar na leva dos que fecharão a empresa e apagarão a luz.
Mas o que eu queria compartilhar são alguns exemplos do ponto que seres humanos chegam a se tratar no trabalho, para manter seus empregos.
É impressionante. É gente entrando e saindo de sala de reunião o tempo todo para fazer fofoca, gente falando baixinho, murmurando nos corredores. Gente inventando mentira o tempo todo. É puxa-saco chorando porque o antigo chefe foi embora, e não tem mais a quem recorrer. Eu nunca tive a oportunidade antes, de testemunhar um experimento social dessa magnitude. Um grupo grande de pessoas reagindo ao caos. Parece aquelas experiências com ratos, onde você os submete a todos os tipos de estresse para medir as reações.
E um dos tipos de gente mais deploráveis que tenho visto em todo esse processo, é gente que se alimenta da desgraça dos outros. É sadismo puro, um lance meio de psicopata mesmo. São alguns que estão em cargos mais altos, que participam do processo decisório, e até definem os nomes a serem desligados. E ficam fazendo terrorismo com que está abaixo. Tipo "jogando alguns verdes" sobre a situação, sem falar abertamente o que vai acontecer.
Se eu ficar listando os absurdos que tenho visto nas últimas semanas, daria para escrever um livro de psicologia. Nunca imaginei que veria tanto desespero e todo tipo de comportamento ruim em um curto período de tempo.
No final, acho que é aquele lado do cérebro mais "animal" sendo acionado. A parte do instinto de sobrevivência mesmo.
Se eu ficar listando os absurdos que tenho visto nas últimas semanas, daria para escrever um livro de psicologia. Nunca imaginei que veria tanto desespero e todo tipo de comportamento ruim em um curto período de tempo.
No final, acho que é aquele lado do cérebro mais "animal" sendo acionado. A parte do instinto de sobrevivência mesmo.
Mas no meu caso, o lado bom é que posso ficar muito mais tranquilo que a maioria devido ao patrimônio que acumulei nos últimos anos. Daria para viver uma semi-independência financeira por alguns anos. Ou seja, a renda passiva pagaria parte das minhas contas, e eu precisaria completar com só mais um pouco, que é bem menos do que meu salário atual.
O problema é que ser humano teima em não ser racional. Tem todo aquele lado da autoestima, da sensação de estar sendo enganado, ou usado, pelos superiores. Sensação de que eles estão ganhando tempo, tentando esconder a situação, antes que todos pulem fora do barco de uma vez só, e não sobre ninguém para executar, só para comandar.
Então hoje estou em um dilema. Chutar o balde e sair por cima, ou esperar um pacote de demissão que pode rolar (já rolou em uma onda de demissão anterior). Nesse caso, além do FGTS e 40%, eles dariam alguns salários a mais e a extensão de alguns benefícios por mais alguns meses, como o plano de saúde. Mas não é certeza que haverá esse pacote.
Então, meus amigos, quanto vale o preço de sua sanidade mental, de sua saúde física e de deixar um ambiente tóxico logo? Será que eu espero o provável pacote? Ou pulo fora logo?
Por enquanto estou ficando para pegar esse bônus extra. Mas não sei até quando vou aguentar, antes de "meter o pé".
E vocês, o que fariam nessa situação?
Abraços
terça-feira, 21 de agosto de 2018
Meus últimos trades com ações e opções: ótimos resultados e método simples
Fala pessoal, espero que todos estejam bem.
Post rápido hoje, para compartilhar os ótimos resultados que venho tendo desde que resolvi voltar a fazer trades com mais frequência.
Resolvi fazer isso, pois vejo uma grande oportunidade de ganhar dinheiro com a alta volatilidade decorrente das eleições. Principalmente com opções e algumas ações que respondem mais fortemente à:
1. Notícias positivas / negativas no campo político;
2. Variações da cotação do dólar.
Então venho novamente bater na tecla de que, sim, se você tiver uma boa leitura dos diferentes cenários possíveis, decorrentes no nosso jogo político, juntamente com algum conhecimento de como anda a economia no Brasil e no mundo, é possível ter uma rentabilidade bem interessante.
Resumidamente, em Agosto, consegui tirar até agora aproximadamente R$2000,00 de lucro sobre aproximadamente R$22.000 investidos nos trades, e vou dar alguns exemplos abaixo.
Antes de prosseguir, gostaria de lembrar que trades com opções são de altíssimo risco, onde você pode perder 100% do capital investido. Por isso que coloco pouco dinheiro nesse tipo de operação. E estou tentando fazer trades curtos, com um lucrinho de dois dígitos, que para opções é bem comum, para realizar e sair fora logo.
Quanto ao método, estou testando um híbrido entre analisar o que pode acontecer no mercado no curto prazo, em função do cenário político-econômico, aliado a um pouco de análise técnica.
Hoje chequei o resultado acumulado dos trades que eu abri desde o dia 3/8. Fechei dois no dia 17/8, que eram com opções sobre ações de PETR4 e VALE3. Isso foi na última Sexta, e como era o penúltimo dia antes do exercício de opções, era o último dia para vender as opções compradas e me desfazer das posições. Eu tinha um lote de puts PETRT69 e o outro lote de calls VALEH517.
Esse foi o único trade mais arriscado, onde eu já estava prestes a perder todo o capital investido nessas opções. Mas como comprei opções tipo OTM (out of the money), paguei muito barato. No lote de 1000 PETRT69, paguei 0,15 a opção. Ou seja, investi R$150,00. Na VALEH517, paguei R$0,32.
O racional desse trade para VALE foi baseado em análise técnica, e para a PETRO foi na análise do cenário macro mesmo, nem me preocupei com análise técnica. Comprei esse último lote assim que saíram notícias de que o PT começou a se movimentar fortemente junto ao TSE, STJ e até ao STF (ministro Fachin) para tentar soltar o barbudo novamente. Confesso que achei que o desgraçado seria solto. Então a chance dos fatos puxarem a cotação de PETR4 para baixo era muito alta e iminente, por ser uma estatal altamente sensível ao noticiário político.
Somando-se a isso, começaram a aparecer as primeiras pesquisas mostrando o quanto se espera de transferência de votos do ex-presidente presidiário para seu novo poste, o Haddad. Como PETR4, o ativo subjacente, estava se segurando na casa dos R$20,00, mesmo com todo o noticiário negativo, resolvi comprar PUTS, ou seja, apostar na queda. E o movimento mais brusco de queda veio logo na Sexta, dois dias antes do vencimento.
Resultado: fechei posição em ambas as séries de opções com lucro total de aproximadamente R$600,00, para um investimento inicial de pouco menos de R$500,00. Lucro acima de 100%.
Essa semana, comecei a analisar as séries de opções com vencimento em Setembro, e mais uma vez resolvi apostar contra PETR4. Olhei o preço da ação na semana versus o noticiário político. E novamente para mim estava na cara que havia mais chance de cair do que de subir. Ou que, pelo menos, eu poderia tirar um troco com a volatilidade.
E não deu outra. Ontem comprei 2000 opções da série PETRU37, uma put (opção de venda), a R$0,50. Ou seja, investi R$1000,00. Dessa vez não comprei tão "out of the Money", ou seja, comprei não tão longe da cotação da ação no momento. Por isso o trade andou mais rápido. A opção fechou o pregão hoje a R$0,59, ou seja, se eu vender nesse preço amanhã minha rentabilidade será de 0,59/0,50 = 18%. Já estou lucrando R$180,00. Em um dia.
A partir daqui tenho dois caminhos: vender amanhã, se a cotação ainda estiver favorável, e realizar esse lucro, OU, apostar em uma queda maior de PETR4 dentro do período até o vencimento dessa série de opções. Então preciso dar uma olhada no gráfico e indicadores de PETR4 ainda hoje para ter uma idéia do que fazer.
Ontem também comprei um lote de 400 ações de SUZB3, e consegui pegar um movimento muito forte de subida. Ao final do dia de hoje, minha rentabilidade com esse trade era de aproximadamente 6% e quase R$1000,00 de lucro em um dia.
O racional de ter comprado SUZB3 (Suzano Papel e Celulose) é por ser uma forte exportadora, com receitas altamente correlacionadas ao dólar. Das ações desse tipo que já tive até hoje, a Suzano é a que mais responde à variações da cotação do dólar. E analisando o cenário macro, eu esperava uma subida do dólar, o que ocorreu. Passou dos R$4,00 hoje.
Amigos, não sou nem pretendo ser nenhum gênio das finanças, longe disso. Só sou alguém que estuda bastante e testa alguns métodos baseados em premissas bem simples, como as regrinhas abaixo:
1. Fatos políticos favoráveis à candidatos de esquerda: Bolsa cai e dólar sobe (e estatais tendem a sofrer mais);
2. Fatos políticos favoráveis à candidatos com viés mais reformista, pró-mercado: Bolsa sobe e dólar cai.
Somando-se a essas regras, vale à pena acompanhar também o cenário externo, o que faço através do site da Bloomberg principalmente. Se existe expectativa de subida de juros nos EUA, dinheiro estrangeiro sai da Bolsa brasileira e volta para lá, fazendo Bovespa cair, e vice-versa.
Lógico que a análise não é tão simplista assim. Mas isso é o básico para entender como o mercado reage ao noticiário político-econômico.
Fora isso, estou aprendendo mais análise técnica, para tornar minhas teses mais robusta. Eu mesmo, com todos esses resultados positivos, ainda tenho medo de perder com opções. Por isso que o capital empregado é sempre pequeno, pelo menos em relação a meu patrimônio.
Lembro também que meu foco principal não é trade. Grande parte do meu patrimônio está investido de forma tradicional: em renda fixa, ações em Buy&Hold, e imóveis. Separei pouco mais de R$20.000,00 para ficar fazendo trades, para testar os métodos e aprender com o processo.
No final vou ver se tudo isso valeu à pena ou se era melhor ter deixado tudo em Buy&Hold, ficar aportando e esperando o efeito dos juros compostos.
Assim que for ganhando, ou perdendo, e avançando nos trades, vou trazendo as novidades aqui.
Abraços
Post rápido hoje, para compartilhar os ótimos resultados que venho tendo desde que resolvi voltar a fazer trades com mais frequência.
Resolvi fazer isso, pois vejo uma grande oportunidade de ganhar dinheiro com a alta volatilidade decorrente das eleições. Principalmente com opções e algumas ações que respondem mais fortemente à:
1. Notícias positivas / negativas no campo político;
2. Variações da cotação do dólar.
Então venho novamente bater na tecla de que, sim, se você tiver uma boa leitura dos diferentes cenários possíveis, decorrentes no nosso jogo político, juntamente com algum conhecimento de como anda a economia no Brasil e no mundo, é possível ter uma rentabilidade bem interessante.
Resumidamente, em Agosto, consegui tirar até agora aproximadamente R$2000,00 de lucro sobre aproximadamente R$22.000 investidos nos trades, e vou dar alguns exemplos abaixo.
Antes de prosseguir, gostaria de lembrar que trades com opções são de altíssimo risco, onde você pode perder 100% do capital investido. Por isso que coloco pouco dinheiro nesse tipo de operação. E estou tentando fazer trades curtos, com um lucrinho de dois dígitos, que para opções é bem comum, para realizar e sair fora logo.
Quanto ao método, estou testando um híbrido entre analisar o que pode acontecer no mercado no curto prazo, em função do cenário político-econômico, aliado a um pouco de análise técnica.
Hoje chequei o resultado acumulado dos trades que eu abri desde o dia 3/8. Fechei dois no dia 17/8, que eram com opções sobre ações de PETR4 e VALE3. Isso foi na última Sexta, e como era o penúltimo dia antes do exercício de opções, era o último dia para vender as opções compradas e me desfazer das posições. Eu tinha um lote de puts PETRT69 e o outro lote de calls VALEH517.
Esse foi o único trade mais arriscado, onde eu já estava prestes a perder todo o capital investido nessas opções. Mas como comprei opções tipo OTM (out of the money), paguei muito barato. No lote de 1000 PETRT69, paguei 0,15 a opção. Ou seja, investi R$150,00. Na VALEH517, paguei R$0,32.
O racional desse trade para VALE foi baseado em análise técnica, e para a PETRO foi na análise do cenário macro mesmo, nem me preocupei com análise técnica. Comprei esse último lote assim que saíram notícias de que o PT começou a se movimentar fortemente junto ao TSE, STJ e até ao STF (ministro Fachin) para tentar soltar o barbudo novamente. Confesso que achei que o desgraçado seria solto. Então a chance dos fatos puxarem a cotação de PETR4 para baixo era muito alta e iminente, por ser uma estatal altamente sensível ao noticiário político.
Somando-se a isso, começaram a aparecer as primeiras pesquisas mostrando o quanto se espera de transferência de votos do ex-presidente presidiário para seu novo poste, o Haddad. Como PETR4, o ativo subjacente, estava se segurando na casa dos R$20,00, mesmo com todo o noticiário negativo, resolvi comprar PUTS, ou seja, apostar na queda. E o movimento mais brusco de queda veio logo na Sexta, dois dias antes do vencimento.
Resultado: fechei posição em ambas as séries de opções com lucro total de aproximadamente R$600,00, para um investimento inicial de pouco menos de R$500,00. Lucro acima de 100%.
Essa semana, comecei a analisar as séries de opções com vencimento em Setembro, e mais uma vez resolvi apostar contra PETR4. Olhei o preço da ação na semana versus o noticiário político. E novamente para mim estava na cara que havia mais chance de cair do que de subir. Ou que, pelo menos, eu poderia tirar um troco com a volatilidade.
E não deu outra. Ontem comprei 2000 opções da série PETRU37, uma put (opção de venda), a R$0,50. Ou seja, investi R$1000,00. Dessa vez não comprei tão "out of the Money", ou seja, comprei não tão longe da cotação da ação no momento. Por isso o trade andou mais rápido. A opção fechou o pregão hoje a R$0,59, ou seja, se eu vender nesse preço amanhã minha rentabilidade será de 0,59/0,50 = 18%. Já estou lucrando R$180,00. Em um dia.
A partir daqui tenho dois caminhos: vender amanhã, se a cotação ainda estiver favorável, e realizar esse lucro, OU, apostar em uma queda maior de PETR4 dentro do período até o vencimento dessa série de opções. Então preciso dar uma olhada no gráfico e indicadores de PETR4 ainda hoje para ter uma idéia do que fazer.
Ontem também comprei um lote de 400 ações de SUZB3, e consegui pegar um movimento muito forte de subida. Ao final do dia de hoje, minha rentabilidade com esse trade era de aproximadamente 6% e quase R$1000,00 de lucro em um dia.
O racional de ter comprado SUZB3 (Suzano Papel e Celulose) é por ser uma forte exportadora, com receitas altamente correlacionadas ao dólar. Das ações desse tipo que já tive até hoje, a Suzano é a que mais responde à variações da cotação do dólar. E analisando o cenário macro, eu esperava uma subida do dólar, o que ocorreu. Passou dos R$4,00 hoje.
Amigos, não sou nem pretendo ser nenhum gênio das finanças, longe disso. Só sou alguém que estuda bastante e testa alguns métodos baseados em premissas bem simples, como as regrinhas abaixo:
1. Fatos políticos favoráveis à candidatos de esquerda: Bolsa cai e dólar sobe (e estatais tendem a sofrer mais);
2. Fatos políticos favoráveis à candidatos com viés mais reformista, pró-mercado: Bolsa sobe e dólar cai.
Somando-se a essas regras, vale à pena acompanhar também o cenário externo, o que faço através do site da Bloomberg principalmente. Se existe expectativa de subida de juros nos EUA, dinheiro estrangeiro sai da Bolsa brasileira e volta para lá, fazendo Bovespa cair, e vice-versa.
Lógico que a análise não é tão simplista assim. Mas isso é o básico para entender como o mercado reage ao noticiário político-econômico.
Fora isso, estou aprendendo mais análise técnica, para tornar minhas teses mais robusta. Eu mesmo, com todos esses resultados positivos, ainda tenho medo de perder com opções. Por isso que o capital empregado é sempre pequeno, pelo menos em relação a meu patrimônio.
Lembro também que meu foco principal não é trade. Grande parte do meu patrimônio está investido de forma tradicional: em renda fixa, ações em Buy&Hold, e imóveis. Separei pouco mais de R$20.000,00 para ficar fazendo trades, para testar os métodos e aprender com o processo.
No final vou ver se tudo isso valeu à pena ou se era melhor ter deixado tudo em Buy&Hold, ficar aportando e esperando o efeito dos juros compostos.
Assim que for ganhando, ou perdendo, e avançando nos trades, vou trazendo as novidades aqui.
Abraços
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Por que todo mundo quer sair do Brasil? Não dá para ficar e ajudar a melhorar?
Caros confrades e visitantes,
Tenho notado a quantidade absurda de pessoas que buscam hoje uma maneira de sair do Brasil, para tentar uma vida melhor em outro país.
Por razões óbvias, Portugal parece ser o destino mais procurado. Mas, de forma geral, Europa e Estados Unidos são os destinos preferidos de quem quer deixar o eterno "país do futuro" para trás.
Não gosto muito do Datafolha, por sempre tentarem influenciar o processo eleitoral, mas parece que eles até tem alguma serventia para pesquisas mais simples. E, segundo matéria de Junho/18, no link abaixo, 56% dos adultos com nível superior deixariam o Brasil de pudessem.
https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/06/se-pudessem-62-dos-jovens-brasileiros-iriam-embora-do-pais.shtml
Isto é alarmante, pois, em um país onde as coisas já vão de mal a pior, como seria com a massa mais preparada intelectualmente "abandonando o barco"? Será que rapidamente nos tornaríamos uma Venezuela?
Mas será que realmente é tão bom assim deixar tudo para trás e tentar uma vida fora?
Acho que vai depender muito da situação de cada um. Conheço muita gente com curso superior que foi para países como a Inglaterra e está "camelando" no que seriam sub-empregos para quem estudou a vida inteira. Trabalham no que aparecer, desde faxina, construção até atendente em pubs.
Já comentei em post passado a experiência que tive vivendo fora do país, e os obstáculos que poucos falam.
https://www.blogger.com/blogger.g?rinli=1&pli=1&blogID=1725772646340235462#editor/target=post;postID=7097225884475166164;onPublishedMenu=allposts;onClosedMenu=allposts;postNum=3;src=postname
Porém, a grande questão que eu queria trazer aqui hoje está relacionada a uma certa miopia, ou talvez comodismo do brasileiro. Ou não enxergamos a situação como ela é, ou não queremos enxergar para não ter que enfrentá-la.
Por que somos tão passivos a ponto de desistir do país ao invés de lutar para melhorar as coisas?
A coisa mais fácil de achar no YouTube são vídeos de brasileiros no exterior, que já imigraram, a maioria reclamando de alguma coisa. Mesmo quando assisto a vídeos de pessoas que falam bem dos países onde vivem, não sinto aquela felicidade verdadeira, parece um lance meio forçado, de orgulho mesmo, de não querer admitir que não é tão bom quanto se imaginava.
Não quero afirmar que imigrar é ruim, nem defender o Brasil com unhas e dentes. Afinal de contas, se considerarmos a quantidade e a gravidade dos problemas que temos aqui (homicídios, desemprego, corrupção, mentalidade marxista esquerdopata nas instituições de ensino, etc.), ninguém deveria pensar duas vezes antes de "picar a mula".
Mas por que pouquíssimas pessoas fazem algo para mudar o país para melhor?
De forma geral, acho que podemos dividir as pessoas no Brasil entre três grupos: a maioria que não quer se envolver, assiste a tudo passivamente, e acha que alguma solução vai cair do céu, uma outra parte bem grande de gente que só reclama e, por último, um pequeno grupo que pode influenciar as coisas.
E esse último grupo é formado por aqueles que, direta ou indiretamente, se envolvem com a Política. Inclui-se aqui, também, todos aqueles que se beneficiam da situação exercendo pressão política em benefício próprio (ex: funcionários públicos, sindicatos, etc.). Então, dependendo do seu posicionamento, podem influenciar de forma positiva ou negativa. Podem melhorar ou piorar.
Acontece que, se você pertence ao primeiro ou segundo grupo, não adianta reclamar depois. Se você é daquele que acha que o problema "é dos políticos", daquele que vota nulo ou em branco, que acha que brasileiro não tem jeito, então resta aguentar o que vier depois.
Como já dizia Platão:
Esses dias fiquei sabendo que um rapaz bem novo, que ficou em minha empresa por poucos anos, está se candidatando a deputado federal. Currículo de primeira, estudou em faculdade de primeira linha e está entrando na política porque quer mudar as coisas.
Pode ser engolido pelo sistema e virar mais um na lama política? Com certeza.
Mas é mais um que está tentando. Assim como muitos outros jovens que vejo entrando na política através de partidos menores, gente como a gente, ao contrário "políticos profissionais".
Parece haver uma certa resistência aparecendo, um interesse renovado de alguns em participar e influenciar o processo político.
Mas, em minha opinião, enquanto todos nós não passarmos a participar de alguma forma mais ativa, pelo menos cobrando, fiscalizando, fazendo pressão, ou até mesmo filiando-se e candidatando-se, os maus vencerão.
Não adianta espernear nas redes sociais, bater panela ou ir em passeatas de Domingo quando a coisa vai mal.
Se você acredita que alguém te representa, tem um programa que atenda seus interesses, e quer fazer o bem, apoie-o. Mas cobre também. Dia após dia.
Então, se você optou por ficar no Brasil, ao invés de abandonar o barco, participe de discussões, entenda as idéias propostas, escolha bem seus representantes, e fiscalize, sem dó.
Não vejo outro jeito de tentar melhorar o país. Mas ainda não desisti do Brasil.
Abraços
Tenho notado a quantidade absurda de pessoas que buscam hoje uma maneira de sair do Brasil, para tentar uma vida melhor em outro país.
Por razões óbvias, Portugal parece ser o destino mais procurado. Mas, de forma geral, Europa e Estados Unidos são os destinos preferidos de quem quer deixar o eterno "país do futuro" para trás.
Não gosto muito do Datafolha, por sempre tentarem influenciar o processo eleitoral, mas parece que eles até tem alguma serventia para pesquisas mais simples. E, segundo matéria de Junho/18, no link abaixo, 56% dos adultos com nível superior deixariam o Brasil de pudessem.
https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/06/se-pudessem-62-dos-jovens-brasileiros-iriam-embora-do-pais.shtml
Isto é alarmante, pois, em um país onde as coisas já vão de mal a pior, como seria com a massa mais preparada intelectualmente "abandonando o barco"? Será que rapidamente nos tornaríamos uma Venezuela?
Mas será que realmente é tão bom assim deixar tudo para trás e tentar uma vida fora?
Acho que vai depender muito da situação de cada um. Conheço muita gente com curso superior que foi para países como a Inglaterra e está "camelando" no que seriam sub-empregos para quem estudou a vida inteira. Trabalham no que aparecer, desde faxina, construção até atendente em pubs.
Já comentei em post passado a experiência que tive vivendo fora do país, e os obstáculos que poucos falam.
https://www.blogger.com/blogger.g?rinli=1&pli=1&blogID=1725772646340235462#editor/target=post;postID=7097225884475166164;onPublishedMenu=allposts;onClosedMenu=allposts;postNum=3;src=postname
Porém, a grande questão que eu queria trazer aqui hoje está relacionada a uma certa miopia, ou talvez comodismo do brasileiro. Ou não enxergamos a situação como ela é, ou não queremos enxergar para não ter que enfrentá-la.
Por que somos tão passivos a ponto de desistir do país ao invés de lutar para melhorar as coisas?
A coisa mais fácil de achar no YouTube são vídeos de brasileiros no exterior, que já imigraram, a maioria reclamando de alguma coisa. Mesmo quando assisto a vídeos de pessoas que falam bem dos países onde vivem, não sinto aquela felicidade verdadeira, parece um lance meio forçado, de orgulho mesmo, de não querer admitir que não é tão bom quanto se imaginava.
Não quero afirmar que imigrar é ruim, nem defender o Brasil com unhas e dentes. Afinal de contas, se considerarmos a quantidade e a gravidade dos problemas que temos aqui (homicídios, desemprego, corrupção, mentalidade marxista esquerdopata nas instituições de ensino, etc.), ninguém deveria pensar duas vezes antes de "picar a mula".
Mas por que pouquíssimas pessoas fazem algo para mudar o país para melhor?
De forma geral, acho que podemos dividir as pessoas no Brasil entre três grupos: a maioria que não quer se envolver, assiste a tudo passivamente, e acha que alguma solução vai cair do céu, uma outra parte bem grande de gente que só reclama e, por último, um pequeno grupo que pode influenciar as coisas.
E esse último grupo é formado por aqueles que, direta ou indiretamente, se envolvem com a Política. Inclui-se aqui, também, todos aqueles que se beneficiam da situação exercendo pressão política em benefício próprio (ex: funcionários públicos, sindicatos, etc.). Então, dependendo do seu posicionamento, podem influenciar de forma positiva ou negativa. Podem melhorar ou piorar.
Acontece que, se você pertence ao primeiro ou segundo grupo, não adianta reclamar depois. Se você é daquele que acha que o problema "é dos políticos", daquele que vota nulo ou em branco, que acha que brasileiro não tem jeito, então resta aguentar o que vier depois.
Como já dizia Platão:
Esses dias fiquei sabendo que um rapaz bem novo, que ficou em minha empresa por poucos anos, está se candidatando a deputado federal. Currículo de primeira, estudou em faculdade de primeira linha e está entrando na política porque quer mudar as coisas.
Pode ser engolido pelo sistema e virar mais um na lama política? Com certeza.
Mas é mais um que está tentando. Assim como muitos outros jovens que vejo entrando na política através de partidos menores, gente como a gente, ao contrário "políticos profissionais".
Parece haver uma certa resistência aparecendo, um interesse renovado de alguns em participar e influenciar o processo político.
Mas, em minha opinião, enquanto todos nós não passarmos a participar de alguma forma mais ativa, pelo menos cobrando, fiscalizando, fazendo pressão, ou até mesmo filiando-se e candidatando-se, os maus vencerão.
Não adianta espernear nas redes sociais, bater panela ou ir em passeatas de Domingo quando a coisa vai mal.
Se você acredita que alguém te representa, tem um programa que atenda seus interesses, e quer fazer o bem, apoie-o. Mas cobre também. Dia após dia.
Então, se você optou por ficar no Brasil, ao invés de abandonar o barco, participe de discussões, entenda as idéias propostas, escolha bem seus representantes, e fiscalize, sem dó.
Não vejo outro jeito de tentar melhorar o país. Mas ainda não desisti do Brasil.
Abraços
sábado, 4 de agosto de 2018
Desenvolvimento pessoal e seu impacto sobre o patrimônio
Caros confrades da Finansfera e visitantes do blog,
Até uns sete ou oito anos atrás eu tinha uma vida financeira de brasileiro padrão de classe média. Ou seja, estava preocupado em ter um bom emprego, que me trouxesse um certo conforto. E apesar de já ter tido bastante experiência em Bolsa e outros investimentos no passado, estava muito indisciplinado para poupar. Juntava pouco, ou quase nada.
Na época eu tinha acabado de conseguir um emprego muito bom, e ao mesmo tempo estava engatando um novo relacionamento também, então estava com um mindset muito mais de curtir a vida do que poupar. Além disso, esse emprego veio logo após de alguns meses desempregado, tendo feito somente alguns trabalhinhos esporádicos como PJ.
Acontece que após alguns anos veio a crise de 2015, e o apocalipse chegou à empresa, gerando reduções de pedidos, demissões e até redução de jornada de trabalho com redução de salário.
A partir daí, as contas começaram a apertar, e caí na real novamente. Começei, então, a planilhar meus gastos, cortar supérfluos e voltar a poupar novamente. O básico, que nunca deveria ter deixado de fazer.
Porém, algo que nunca cortei foram gastos com educação e qualificação profissional. Nunca tirei da minha cabeça que, independentemente de crise, eu teria que estar sempre me qualificando para diferenciar-me da massa. Além disso, dediquei esses últimos sete anos a qualificar-me de tal maneira a ser visto como referência em minha área, e até em minha região.
Fiz isso me conectando aos melhores profissionais da especialidade que domino, buscando mais conhecimento em treinamentos, e tentando participar de encontros e seminários sobre o tema, como palestrante. Na verdade, isso também foi uma forma que encontrei de melhorar um de meus maiores gaps, que era o medo, ou falta de confiança em falar em público.
Confesso que no começo foi bem difícil. Me lembro bem de um seminário, que enchi o saco da organizadora (que eu conhecia) para que deixasse eu palestrar. Era um daqueles eventos de dois dias, onde as pessoas pagavam em torno de 600 a 700 reais para ouvir pessoas como eu, teoricamente "experts" em suas áreas, em um determinado tema comum a todos.
Foi simplesmente um fracasso retumbante. Foi horrível. Não me preparei bem, me perdi no tempo. Quando acabou o tempo, faltavam ainda uns 15 slides e "larguei o pau" na apresentação, fiquei nervoso, e a pessoa com a plaquinha de tempo mandando eu terminar. Nunca mais me chamaram para esse evento.
Mas temos que aprender com as experiências e melhorar. Levantei a cabeça e não desisti.
Procurei insistir em eventos menores, fui melhorando gradualmente. Os elogios passaram a aparecer ao final das apresentações, e fui ganhando confiança.
Hoje, após muitos anos tentando e melhorando, já cheguei a fazer uma apresentação em um evento muito maior, inclusive com convidados internacionais. Não vou dizer que sou o papa das palestas agora. Mas meu nível melhorou até o ponto que me permite participar de eventos junto a diretores de empresa, por exemplo. E me conectar com essas pessoas.
Tudo isso me possibilitou progredir na carreira, conseguindo depois uma vaga gerencial em outra empresa, que me fez mudar de patamar em termos de ganhos, mas de responsabilidades também.
E é a partir daí que volto no título do post: qual foi o impacto de desenvolvimento pessoal sobre meu patrimônio?
O grande salto que dei em meu patrimônio foi depois de:
1. Me desenvolver de forma a estar apto a uma posição que pagasse muito melhor;
2. Me esforçar para obter um bom desempenho na nova organização de forma a ganhar melhores bônus;
3. Desenvolver meus conhecimentos financeiros para gerenciar e aumentar o patrimônio.
Percebam que em nenhum momento falei dos aportes regulares. Lógico que eles tem sua importância. Mas, no meu caso, o grande salto, que fez meu patrimônio mudar de patamar foram os bônus na remuneração, que normalmente são pagos para cargos executivos (gerentes, diretores e presidentes).
Outras coisa que começou a contribuir também, dentro do item 3, porém mais recente, foi fazer alguns negócios de oportunidade com imóveis, compra e venda com lucro (isso fiz uma vez até agora, é algo que estou começando, mas quero fazer umas duas vezes por ano, se possível).
Então a grande mensagem que fica é: aportes são importantes, mas existem outras maneiras de dar "saltos de patrimônio". Logico que você tem que atingir um nível de capital antes, que te permita "empatar" valores consideráveis em um negócio de oportunidade.
E tem a questão dos bônus. Quanto mais alto você chega na organização, mais você participa na distribuição do lucro. Então aqui vejo dois caminhos: ou você busca subir na hierarquia como empregado, até chegar em cargos executivos, ou vira dono do seu próprio negócio.
Então, realmente tenho minhas dúvidas se só aportar continuamente e esperar o efeito dos juros compostos é o melhor caminho para atingir um patrimônio considerável, em um período não muito longo, que te dê liberdade financeira para escolher sair do trabalho padrão 9 X 5 e viver de algo mais flexível.
Pretendo seguir nessa pegada por mais 7 anos, se tudo der certo no Brasil a partir desse ano. Tudo dependerá dessas eleições em Outubro. Se entrar alguém que se comprometa com as reformas e em impulsionar a economia novamente, vejo um grande potencial de atingir a IF até antes disso. Quem sabe em cinco anos.
Mas se entrar um esquerdista para afundar o barco de vez, vou ter que achar outras alternativas.
Mas se entrar um esquerdista para afundar o barco de vez, vou ter que achar outras alternativas.
Mas a mensagem principal que eu queria passar é que só começei a prosperar a partir da elevação das minhas competências, isso me permitiu buscar oportunidades com remuneração acima da média, maior participação nos lucros e, multiplicação desse lucros através do conhecimento financeiro.
No final, acabamos voltando à conhecimento. É a base de tudo.
Abraços
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